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ECONOMIA

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                                    HOJE 06/12/12


CARRO

IPVA será menor em 2013 Usados mais baratos puxam imposto para baixo

O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em Pernambuco vai baixar em 2013. Os números exatos estão em processo de finalização pela Secretaria da Fazenda (Sefaz-PE), explicou o gerente do Segmento de Veículos/IPVA, Júlio Lóssio, antecipando, porém, que haverá queda. No mercado local de venda de veículos, especula-se que a redução média pode chegar a 15%. Para este ano, já havia ocorrido diminuição no Estado: de 4,8%. Outro forte indicativo é que São Paulo e Minas Gerais anunciaram esta semana reduções médias para o tributo de 8,56% e 11%, respectivamente.
A perspectiva de queda de dois dígitos se deve à certeza de que os valores venais dos veículos seminovos, medidos pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), ficará bem mais baixo este ano. O presidente da Associação de Revendedores de Veículos Automotores de Pernambuco (Assovepe), Antônio Selva, explicou que no mercado local - fiel da balança para os cálculos da Fipe - a queda média foi de 20%.
Isso aconteceu por conta da redução no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos novos, em vigor desde junho em todo País. O preço mais em conta do zero quilômetro terminou por empurrar os valores dos seminovos para baixo.
Os carnês de cobrança do IPVA chegam no mês de fevereiro nas casas dos contribuintes para que o pagamento parcelado (em até três vezes) ou da cota única tenha início em março. Sem adiantar maiores detalhes, Lóssio informou que os próximos dias serão marcados por reuniões na Sefaz-PE para definição da tabela do IPVA, tradicionalmente divulgada segunda quinzena de dezembro. Essa tabela informa, veículo por veículo, quanto será em valores brutos o IPVA.
Para os novos, adquiridos a partir de hoje, o IPVA deve ser calculado proporcionalmente ao tempo que falta para terminar o ano. Um exemplo é um modelo que tenha custado R$ 35 mil e a data na nota fiscal for 05/12. Nesse caso, divide-se o montante por 12 e aplica-se uma alíquota de 2,5% (caso seja um automóvel de passeio). O resultado será R$ 72,91.
De janeiro a outubro, o governo do Estado recebeu R$ 496,39 milhões em IPVA de contribuintes pernambucanos. A dois meses do fim do ano, os valores já superaram as previsões feitas pela cúpula econômica do Estado de atingir R$ 458,86 milhões em todo 2012. Este ano, a frota pernambucana de veículos foi acrescida em 175,4 mil unidades, chegando a 2,24 milhões. Um aumento de 8,12% em comparação com 2011.
O IPVA é o principal tributo envolvido no processo de licenciamento. Há ainda a cobrança do seguro obrigatório DPVAT e taxas.





      HOJE 29/11/12


Navios
Segundo estaleiro do polo naval começa operar em junho Mês marcará também a inauguração oficial do empreendimento. A embarcação 100% pernambucana será um gaseiro




O estaleiro STX Promar, segundo do polo naval de Pernambuco, começa a cortar as chapas de aço que darão forma ao seu primeiro navio construído inteiramente no Estado em junho de 2013. O mês marcará também a inauguração oficial do empreendimento. A embarcação 100% pernambucana será um gaseiro (destinado ao transporte de gás liquefeito de petróleo, o famoso gás de cozinha). No cronograma da empresa, o gaseiro corresponde ao terceiro dos oito encomendados pela Transpetro. É que os dois primeiros já estão com seus cascos em construção na planta de Niterói (RJ) e serão rebocados em outubro do próximo ano para a unidade na Ilha de Tatuoca, no Complexo de Suape, onde receberão os trabalhos de acabamento.
A primeira entrega do STX Promar do contrato com a Transpetro, no valor de R$ 917 milhões para os oito navios, deverá ocorrer no primeiro semestre de 2014. Ontem, durante o lançamento do programa de qualificação de mão de obra do governo do Estado para o setor naval, o presidente do STX Promar, Miro Arantes, comentou ainda que o grupo está na disputa para construir até quatro embarcações do tipo Pipe-Laying Support Vesse (PLSV) para a Petrobras. O resultado da disputa deve ser divulgado em março do próximo ano. Cada um desses navios custa cerca de US$ 250 milhões e são especializados no lançamento e instalação no fundo do mar de linhas que conectam plataformas de petróleo aos sistemas de produção.
“A gente acha que tem uma grande oportunidade e oferecemos preço para quatro embarcações. Nossa ideia, se formos vencedores, é construí-las aqui”, afirmou Arantes. “Esse estaleiro (de Pernambuco) será o melhor do nosso grupo no Brasil. Toda nossa atividade tende a ser focada aqui. Vamos manter o estaleiro de Niterói, que é focado em navios menores. Em Pernambuco vamos construir os maiores”, complementou o executivo.
O estaleiro STX Promar está 70% construído, com estruturas importantes como o as oficinas e os cais prontos, além de já contar com maquinário. Em um dia de solenidade e afagos, Arantes se mostrou confiante de que a dragagem do canal de acesso ao estaleiro, de responsabilidade do governo do Estado, que começou no início deste mês, estará concluída em fevereiro, muito antes, portanto, da chegada do primeiro casco.
O segundo estaleiro pernambucano é uma sociedade da STX Europe, braço europeu da gigante sul coreana STX, e o grupo brasileiro PJMR. O investimento na unidade é de R$ 300 milhões. Cada navio gaseiro finalizado ou totalmente produzido em Pernambuco custa, em média, US$ 60 milhões. No pico de produção, quando estará cortando 20 mil toneladas de aço por ano, o STX Promar vai empregar 2 mil trabalhadores. Atualmente, já têm carteira assinada na empresa 100 pernambucanos, que estão passando por treinamento no estaleiro de Niterói.
O vice-presidente executivo da STX OSV Norway, Knut Olav, em discurso no evento de ontem, citou os atrasos e problemas de outros estaleiros nacionais como prova de que “é muito desafiador construir navios no Brasil”, mas que acreditava na expertise internacional do grupo e no know how da parceira nacional PJMR para fazer deslanchar a planta pernambucana e atingir o padrão dos estaleiros STX da Noruega, Romênia e Vietnã.
A versão completa dessa matéria foi publicada na edição desta quinta-feira (29) no Jornal do Commercio



HOJE 28/1112


ECONOMIA-


Protesto

Funcionários do Banco do Brasil param as atividades na manhã desta quarta Manifestação aconteceu nos órgãos administrativos CSL e CSO




Cerca de 250 funcionários do Centro de Suporte Logístico (CSL) do Banco do Brasil, no bairro da Imbireira, Zona Sul do Recife, pararam suas atividades na manhã desta quarta-feira (28). Os bancários protestam contra a reestruturação da agência, que pretende levar seus órgãos administrativos para Minas Gerais. A manifestação também ocorreu no Centro de Suporte Operacional (CSO), no Centro da Cidade.
Os funcionários dos dois centros pararam os serviços entre as 10h e as 11h desta manhã. Durante a manifestação, os bancários do CSL foram para a frente do prédio e marcharam até a Avenida Mascarenhas de Morais. Durante o trajeto, eles distribuiram cartas com informações sobre o projeto do Banco do Brasil para a população.
"Nosso objetivo era informar a sociedade sobre a reestruturação do Banco, que vai prejudicar a economia do Nordeste", diz o representante sindical do CSL, Ronilson Sena. Ele explica que os centros são os únicos na região e sempre foram bem avaliados. Mas, mesmo assim, serão levados para Belo Horizonte.
"Com a mudança, os processos de concessão de crédito e de licitação passarão a ser avaliados no Sudeste. Isso pode prejudicar os empresários nordestinos, pois nós conhecemos as peculiaridades da região e levávamos isso em conta na hora de aprovar os pedidos", diz o representante sindical. "Se o Nordeste apresenta um ritmo de crescimento acima do nacional, por que esses centros estão sendo retirados daqui?", questiona Ronilson.
Segundo a presidente do Sindicato dos Bancários, Jaqueline Melo, o CSL e o CSO abrigam cerca de 800 funcionários. "Estima-se que apenas 300 bancários serão mantidos, os outros 500 não sabem o destino de seus empregos", diz Jaqueline. Ela diz que o Banco do Brasil se comprometeu a manter todos os funcionários empregados, mas não deu detalhes sobre o plano de reestruturação dos centros.
"Os bancários não sabem como ficarão após a reestruturação. Por isso organizamos essa manifestação: para pedir explicações ao Banco do Brasil e alertar a sociedade sobre a mudança", explica Ronilson.

Trabalho

Desemprego em 7 regiões recua para 10,5% em outubro Recife está entre as cidades com menor número de desempregados

Publicado em 28/11/2012, às 09h57
Da Agência Estado
De acordo com a Seade e o Dieese, o nível de ocupação subiu no Recife (2,2%), em Fortaleza (0,8%); Salvador (0,7%); no Distrito Federal (0,5%), em Belo Horizonte (0,3%) e São Paulo (0,2%). Na direção contrário, Porto Alegre registrou recuo de 1,1%.

Entre os setores avaliados, o nível ocupacional subiu 2,5% na Indústria de Transformação, com 74 mil pessoas, e no de Comércio e Reparação de Veículos (1,1%, ou 43 mil pessoas); mas apresentou recuo nos setores de Serviços (de 0,2%, ou 25 mil pessoas) e Construção (de 0,1%, ou 2 mil pessoas).

O rendimento médio real dos ocupados nas sete regiões subiu 1,4% em setembro ante agosto, para R$ 1.546. A renda média real dos assalariados também subiu 1,4% na mesma base de comparação, para R$ 1.578.
De acordo com a Seade e o Dieese, o nível de ocupação subiu no Recife (2,2%), em Fortaleza (0,8%); Salvador (0,7%); no Distrito Federal (0,5%), em Belo Horizonte (0,3%) e São Paulo (0,2%). Na direção contrário, Porto Alegre registrou recuo de 1,1%.
Entre os setores avaliados, o nível ocupacional subiu 2,5% na Indústria de Transformação, com 74 mil pessoas, e no de Comércio e Reparação de Veículos (1,1%, ou 43 mil pessoas); mas apresentou recuo nos setores de Serviços (de 0,2%, ou 25 mil pessoas) e Construção (de 0,1%, ou 2 mil pessoas).

O rendimento médio real dos ocupados nas sete regiões subiu 1,4% em setembro ante agosto, para R$ 1.546. A renda média real dos assalariados também subiu 1,4% na mesma base de comparação, para R$ 1.578.
Entre os setores avaliados, o nível ocupacional subiu 2,5% na Indústria de Transformação, com 74 mil pessoas, e no de Comércio e Reparação de Veículos (1,1%, ou 43 mil pessoas); mas apresentou recuo nos setores de Serviços (de 0,2%, ou 25 mil pessoas) e Construção (de 0,1%, ou 2 mil pessoas).
O rendimento médio real dos ocupados nas sete regiões subiu 1,4% em setembro ante agosto, para R$ 1.546. A renda média real dos assalariados também subiu 1,4% na mesma base de comparação, para R$ 1.578.
O rendimento médio real dos ocupados nas sete regiões subiu 1,4% em setembro ante agosto, para R$ 1.546. A renda média real dos assalariados também subiu 1,4% na mesma base de comparação, para R$ 1.578.




A taxa de desemprego no conjunto das sete regiões metropolitanas onde a Fundação Seade e o Dieese realizam a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) caiu no mês de outubro em relação a setembro, passando de 10,9% para 10,5% no período. O nível de ocupação nas regiões apresentou ligeira alta de 0,4%, com a criação de 72 mil postos de trabalho. A PED é realizada nas regiões metropolitanas do Distrito Federal, de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, do Recife, de Salvador e São Paulo.





   HOJE 27/11/12

ECONOMIA-
Negócios
Santander mira pequenas empresas em Pernambuco Banco espera crescer acima da média nacional no Estado e quer ver financiamentos para negócios de pequeno porte aumentarem no Estado


Há sete meses na cadeira de vice-presidente executivo do Santander no Brasil, Conrado Engel trouxe na mala da rápida viagem ao Recife, ontem, projeções de crescimento acima de 20% para as principais operações do banco no mercado pernambucano. O foco da instituição, que vê no Estado uma “importância estratégica e histórica”, é aumentar ainda mais os financiamentos para micros, pequenas e médias empresas locais e trabalhar a expansão do crédito imobiliário, sem deixar passar as oportunidades de participar dos grandes empreendimentos programados para Pernambuco nos próximos anos.
O financiamento imobiliário no Estado registrará uma elevação maior que os 25% a 30% verificados para o mercado nacional em 2012, ante 2011, projetou Engel. Basta manter a média recente citada pelo executivo, entre 30% e 40% de alta na comparação anual. A explicação, segundo ele, está no déficit habitacional pernambucano.
Mas o foco do Santander, apontou, está nas empresas de médio e pequeno porte locais. “Hoje 30 mil são clientes do banco, crescendo em patamares fortes”, pontuou. Uma das armas para engordar as estatísticas é o uso cada vez maior da maquineta para cartões de débito e crédito, que traz melhores condições de financiamentos para os empresários que se tornam clientes. Não à toa há investimentos estratégicos em uma campanha publicitária de televisão.
Quanto aos grandes projetos, o vice-presidente comentou que a ideia é observar caso a caso. “A Fiat é um parceiro histórico”, lembrou. Questionado se as conversas estariam próximas de um acerto, Engel respondeu com um otimista “ainda não”.
As três áreas citadas pelo executivo são as frentes que restam ser exploradas em Pernambuco. Afinal, o destaque da instituição em terras pernambucanas são as operações com pessoas físicas. “Temos 10% a 11% dos ativos na região”, resumiu.
Ainda assim há planos para esse nicho, como a previsão de inaugurar novas agências focadas no público de alta renda. Hoje, são 87 agências no Estado, que representa 16% de participação dos pontos de atendimento do Santander no Brasil. “Acima da média histórica no País e muito acima dos nossos competidores. É uma rede de distribuição muito grande”.


Comércio
Rede de varejo de eletroeletrônicos Fast Shop chegou ao Recife Empresa abre unidade no Shopping Recife e no RioMarA Fast Shop é líder em vendas de produtos Apple, televisores 3D e máquinas de lavar e seca. Possui atualmente 77 lojas espalhadas por sete Estados brasileiros e em Brasília.
A rede anuncia que seus pontos fortes são os vendedores especializados e os serviços diferenciados, a exemplo de instalação, seguro, suporte de informática, garantia estendida, automação residencial e lista de casamento.
Além disso, a empresa trabalha com exclusividade alguns produtos considerados top de linha, como a TV ES8000, a Smart TV 3D mais moderna da Samsung, French Door Samsung e Thermomix – um conhecido aparelho que substitui 24 utensílios de cozinha e é utilizado por chefs do mundo inteiro.
A companhia realiza ainda vendas pela internet e por televendas e possui um canal especial para empresas.
A chegada ao Recife é estratégica para a Fast Shop, que já está presente no Nordeste com quatro pontos de venda em shoppings de Salvador. A Fast Shop tem lojas espalhadas por São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais, Goiás, Paraná, Rio Grande do Sul e Brasília.
Para comemorar a chegada, a rede programou descontos especiais em produtos, 50% nas instalações de produtos como TV e refrigeradores e no serviço de suporte de informática, que configura e instala os aplicativos adquiridos pelos clientes.
“Estamos muito contentes de iniciarmos um projeto tão bacana quanto esse no Recife. Já temos muitos clientes que compram através do site e televendas. Queremos oferecer aos moradores da região uma experiência única. Na capital pernambucana, como em todas as nossas lojas, pode-se experimentar, manusear, vivenciar os produtos”, observa vice-presidente de marketing e vendas da Fast Shop, Rodolfo Torello.
“Nossa ideia é que o consumidor se encante e diga ‘uau!’. Nosso empenho é trazer a excelência nos mínimos detalhes na forma como apresentamos os produtos, como montamos nossas lojas, no tratamento concedido aos nossos clientes e na atenção ao cuidarmos de um serviço para nosso cliente, como instalar uma TV 3D”, observa.
Quem visita uma loja da Fast Shop hoje nem imagina que a marca começou a operar, em 1986, na Zona Norte de São Paulo, como uma concessionária autorizada Yamaha que vendia motocicletas, motores de popa, jetski e peças e prestava assistência técnica para esses produtos. É justamente daí que vem o nome “Fast” (“rápido”, em inglês).
Na semana passada, como parte de uma grande ação de marketing, a empresa se tornou a principal patrocinadora do Cirque du Soleil em sua temporada brasileira do espetáculo “Corteo”.
Nesta quarta (28), para marcar a inauguração no RioMar, haverá um, além da festa, um bate-papo especial com os chefs de cozinha Cesar Santos e Olivier Anquier.
A rede anuncia que seus pontos fortes são os vendedores especializados e os serviços diferenciados, a exemplo de instalação, seguro, suporte de informática, garantia estendida, automação residencial e lista de casamento.
Além disso, a empresa trabalha com exclusividade alguns produtos considerados top de linha, como a TV ES8000, a Smart TV 3D mais moderna da Samsung, French Door Samsung e Thermomix – um conhecido aparelho que substitui 24 utensílios de cozinha e é utilizado por chefs do mundo inteiro.
A companhia realiza ainda vendas pela internet e por televendas e possui um canal especial para empresas.
A chegada ao Recife é estratégica para a Fast Shop, que já está presente no Nordeste com quatro pontos de venda em shoppings de Salvador. A Fast Shop tem lojas espalhadas por São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais, Goiás, Paraná, Rio Grande do Sul e Brasília.
Para comemorar a chegada, a rede programou descontos especiais em produtos, 50% nas instalações de produtos como TV e refrigeradores e no serviço de suporte de informática, que configura e instala os aplicativos adquiridos pelos clientes.
“Estamos muito contentes de iniciarmos um projeto tão bacana quanto esse no Recife. Já temos muitos clientes que compram através do site e televendas. Queremos oferecer aos moradores da região uma experiência única. Na capital pernambucana, como em todas as nossas lojas, pode-se experimentar, manusear, vivenciar os produtos”, observa vice-presidente de marketing e vendas da Fast Shop, Rodolfo Torello.
“Nossa ideia é que o consumidor se encante e diga ‘uau!’. Nosso empenho é trazer a excelência nos mínimos detalhes na forma como apresentamos os produtos, como montamos nossas lojas, no tratamento concedido aos nossos clientes e na atenção ao cuidarmos de um serviço para nosso cliente, como instalar uma TV 3D”, observa.
Quem visita uma loja da Fast Shop hoje nem imagina que a marca começou a operar, em 1986, na Zona Norte de São Paulo, como uma concessionária autorizada Yamaha que vendia motocicletas, motores de popa, jetski e peças e prestava assistência técnica para esses produtos. É justamente daí que vem o nome “Fast” (“rápido”, em inglês).
Na semana passada, como parte de uma grande ação de marketing, a empresa se tornou a principal patrocinadora do Cirque du Soleil em sua temporada brasileira do espetáculo “Corteo”.
Nesta quarta (28), para marcar a inauguração no RioMar, haverá um, além da festa, um bate-papo especial com os chefs de cozinha Cesar Santos e Olivier Anquier.
A companhia realiza ainda vendas pela internet e por televendas e possui um canal especial para empresas.
A chegada ao Recife é estratégica para a Fast Shop, que já está presente no Nordeste com quatro pontos de venda em shoppings de Salvador. A Fast Shop tem lojas espalhadas por São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais, Goiás, Paraná, Rio Grande do Sul e Brasília.
Para comemorar a chegada, a rede programou descontos especiais em produtos, 50% nas instalações de produtos como TV e refrigeradores e no serviço de suporte de informática, que configura e instala os aplicativos adquiridos pelos clientes.
“Estamos muito contentes de iniciarmos um projeto tão bacana quanto esse no Recife. Já temos muitos clientes que compram através do site e televendas. Queremos oferecer aos moradores da região uma experiência única. Na capital pernambucana, como em todas as nossas lojas, pode-se experimentar, manusear, vivenciar os produtos”, observa vice-presidente de marketing e vendas da Fast Shop, Rodolfo Torello.
“Nossa ideia é que o consumidor se encante e diga ‘uau!’. Nosso empenho é trazer a excelência nos mínimos detalhes na forma como apresentamos os produtos, como montamos nossas lojas, no tratamento concedido aos nossos clientes e na atenção ao cuidarmos de um serviço para nosso cliente, como instalar uma TV 3D”, observa.
Quem visita uma loja da Fast Shop hoje nem imagina que a marca começou a operar, em 1986, na Zona Norte de São Paulo, como uma concessionária autorizada Yamaha que vendia motocicletas, motores de popa, jetski e peças e prestava assistência técnica para esses produtos. É justamente daí que vem o nome “Fast” (“rápido”, em inglês).
Na semana passada, como parte de uma grande ação de marketing, a empresa se tornou a principal patrocinadora do Cirque du Soleil em sua temporada brasileira do espetáculo “Corteo”.
Nesta quarta (28), para marcar a inauguração no RioMar, haverá um, além da festa, um bate-papo especial com os chefs de cozinha Cesar Santos e Olivier Anquier.
Para comemorar a chegada, a rede programou descontos especiais em produtos, 50% nas instalações de produtos como TV e refrigeradores e no serviço de suporte de informática, que configura e instala os aplicativos adquiridos pelos clientes.
“Estamos muito contentes de iniciarmos um projeto tão bacana quanto esse no Recife. Já temos muitos clientes que compram através do site e televendas. Queremos oferecer aos moradores da região uma experiência única. Na capital pernambucana, como em todas as nossas lojas, pode-se experimentar, manusear, vivenciar os produtos”, observa vice-presidente de marketing e vendas da Fast Shop, Rodolfo Torello.
“Nossa ideia é que o consumidor se encante e diga ‘uau!’. Nosso empenho é trazer a excelência nos mínimos detalhes na forma como apresentamos os produtos, como montamos nossas lojas, no tratamento concedido aos nossos clientes e na atenção ao cuidarmos de um serviço para nosso cliente, como instalar uma TV 3D”, observa.
Quem visita uma loja da Fast Shop hoje nem imagina que a marca começou a operar, em 1986, na Zona Norte de São Paulo, como uma concessionária autorizada Yamaha que vendia motocicletas, motores de popa, jetski e peças e prestava assistência técnica para esses produtos. É justamente daí que vem o nome “Fast” (“rápido”, em inglês).
Na semana passada, como parte de uma grande ação de marketing, a empresa se tornou a principal patrocinadora do Cirque du Soleil em sua temporada brasileira do espetáculo “Corteo”.
Nesta quarta (28), para marcar a inauguração no RioMar, haverá um, além da festa, um bate-papo especial com os chefs de cozinha Cesar Santos e Olivier Anquier.
“Estamos muito contentes de iniciarmos um projeto tão bacana quanto esse no Recife. Já temos muitos clientes que compram através do site e televendas. Queremos oferecer aos moradores da região uma experiência única. Na capital pernambucana, como em todas as nossas lojas, pode-se experimentar, manusear, vivenciar os produtos”, observa vice-presidente de marketing e vendas da Fast Shop, Rodolfo Torello.
“Nossa ideia é que o consumidor se encante e diga ‘uau!’. Nosso empenho é trazer a excelência nos mínimos detalhes na forma como apresentamos os produtos, como montamos nossas lojas, no tratamento concedido aos nossos clientes e na atenção ao cuidarmos de um serviço para nosso cliente, como instalar uma TV 3D”, observa.
Quem visita uma loja da Fast Shop hoje nem imagina que a marca começou a operar, em 1986, na Zona Norte de São Paulo, como uma concessionária autorizada Yamaha que vendia motocicletas, motores de popa, jetski e peças e prestava assistência técnica para esses produtos. É justamente daí que vem o nome “Fast” (“rápido”, em inglês).
Na semana passada, como parte de uma grande ação de marketing, a empresa se tornou a principal patrocinadora do Cirque du Soleil em sua temporada brasileira do espetáculo “Corteo”.
Nesta quarta (28), para marcar a inauguração no RioMar, haverá um, além da festa, um bate-papo especial com os chefs de cozinha Cesar Santos e Olivier Anquier.
“Nossa ideia é que o consumidor se encante e diga ‘uau!’. Nosso empenho é trazer a excelência nos mínimos detalhes na forma como apresentamos os produtos, como montamos nossas lojas, no tratamento concedido aos nossos clientes e na atenção ao cuidarmos de um serviço para nosso cliente, como instalar uma TV 3D”, observa.
Quem visita uma loja da Fast Shop hoje nem imagina que a marca começou a operar, em 1986, na Zona Norte de São Paulo, como uma concessionária autorizada Yamaha que vendia motocicletas, motores de popa, jetski e peças e prestava assistência técnica para esses produtos. É justamente daí que vem o nome “Fast” (“rápido”, em inglês).
Na semana passada, como parte de uma grande ação de marketing, a empresa se tornou a principal patrocinadora do Cirque du Soleil em sua temporada brasileira do espetáculo “Corteo”.
Nesta quarta (28), para marcar a inauguração no RioMar, haverá um, além da festa, um bate-papo especial com os chefs de cozinha Cesar Santos e Olivier Anquier.
Quem visita uma loja da Fast Shop hoje nem imagina que a marca começou a operar, em 1986, na Zona Norte de São Paulo, como uma concessionária autorizada Yamaha que vendia motocicletas, motores de popa, jetski e peças e prestava assistência técnica para esses produtos. É justamente daí que vem o nome “Fast” (“rápido”, em inglês).
Na semana passada, como parte de uma grande ação de marketing, a empresa se tornou a principal patrocinadora do Cirque du Soleil em sua temporada brasileira do espetáculo “Corteo”.
Nesta quarta (28), para marcar a inauguração no RioMar, haverá um, além da festa, um bate-papo especial com os chefs de cozinha Cesar Santos e Olivier Anquier.
Na semana passada, como parte de uma grande ação de marketing, a empresa se tornou a principal patrocinadora do Cirque du Soleil em sua temporada brasileira do espetáculo “Corteo”.
Nesta quarta (28), para marcar a inauguração no RioMar, haverá um, além da festa, um bate-papo especial com os chefs de cozinha Cesar Santos e Olivier Anquier.
Nesta quarta (28), para marcar a inauguração no RioMar, haverá um, além da festa, um bate-papo especial com os chefs de cozinha Cesar Santos e Olivier Anquier.



A famosa rede de varejo de eletroeletrônicos Fast Shop chegou ao Recife. De cara, já entra no mercado local com duas lojas. A primeira será inaugurada hoje no Shopping Recife e a segunda, na quinta-feira, no RioMar.


Varejo
Cattan anuncia reposicionamento da marca Pontapé será apresentado nesta quarta (28) na loja da Rua Duque de Caxias, no Centro do Recife
“É importante destacar que não estamos ignorando o que sempre movimentou a Cattan: os preços acessíveis. Continuaremos apostando nas melhores propostas, mas visando sempre as últimas tendências”, comenta o diretor geral do grupo, Flávio Catão.
Haverá também a Cosette Classic e a Dom Essaú, para ocasiões especiais, mais tradicionais. A última trará corte italiano às lojas da varejista local.


A Cattan, empresa pernambucana de moda, no mercado há quase 40 anos, lançou um grande plano de reposicionamento da marca. Agora passa a investir no conceito de fast fashion, com seis marcas principais, entre elas a Branner, reestruturando toda sua estratégia de vendas.
O pontapé será apresentado amanhã, na loja da Rua Duque de Caxias, no Centro do Recife. Com 600 m² de área, a unidade pretende conquistar um novo público.
De acordo com o diretor comercial da Cattan, Efraim Neves, o objetivo é comercializar, além de roupas mais populares – marca registrada da empresa –, produtos mais sofisticados com preços mais acessíveis.
Atualmente a Cattan conta com um total de 58 lojas no Nordeste, espalhadas pelos Estados de Pernambuco, Paraíba, Bahia, Sergipe e Maranhão. Somente na Região Metropolitana do Recife são 25 unidades.
“O conceito de fast fashion é a última tendência de moda lá fora. A peça sai da passarela para ser rapidamente produzida e incorporada às vitrines”, explica Neves.
Ele diz que a loja do centro funcionará como um grande laboratório e que o projeto da empresa é chegar em novembro de 2013 com todas as unidades pernambucanas repaginadas. “Nesse intervalo, vamos também modificar, pelo menos, duas lojas (as maiores) em cada um dos outros Estados”, anuncia. O diretor comercial espera que, com a novidade, a companhia cresça a uma taxa anual de 25% nos próximos anos. O valor de investimento não foi revelado.
Na Cattan será possível encontrar roupas das marcas Urban 365 e Nelblu, ambas com conceito mais jovial, de olho na praticidade do dia a dia. A última tem uma proposta mais esportiva, mais arrojada, de trabalho, seguido de happy hour.
A Cosette e a Branner focam em peças com mais personalidade. Essa última, já conhecida dos recifenses, depois de fechar as portas, há alguns anos, passa a ser própria da Cattan.

Comércio
Black Friday brasileira fatura R$ 243 milhões Números do E-bit mostram que movimentação foi recorde no varejo online
Valor foi 143,8% maior do que o de 2011 / Foto: Priscila Buhr/JC Imagem




A Black Friday rendeu números recordes para o e-commerce nacional. De acordo com a e-bit, empresa especializada em informações do setor, foram faturados R$ 243,8 milhões em bens de consumo, em apenas 24 horas, valor 143,8% maior que em 2011, quando os ganhos somaram R$ 100 milhões.
De acordo com Cris Rother, diretora de negócios da e-bit, os números foram excelentes, principalmente se comparado ao mercado norte-americano, onde a Black Friday já é tradicional e alcançou US$ 1 bilhão em vendas. “Estamos presenciando um fato histórico para o comércio eletrônico brasileiro. Além do recorde em vendas em um único dia, consolidamos oficialmente uma data anual significante para o mercado”, analisa a executiva.
Ainda de acordo com Rother, o sucesso da Black Friday também se deve ao incentivo recebido em 2012: “Vimos dezenas de ações de marketing voltadas para a ocasião, além de uma vasta cobertura de mídia, tanto no online, quanto no offline”.


Crise
FGV: consumidor se frustra com recuperação da economia Melhoras não estão ocorrendo no ritmo esperado Em novembro, a avaliação do consumidor sobre a situação atual voltou a cair (-0,7%), após dois meses de alta, enquanto as expectativas para os próximos seis meses ficaram ainda piores. O Índice de Expectativa (IE), que juntamente com o Índice de Situação Atual (ISA) forma o ICC, ficou negativo em 1,9% na passagem de outubro para novembro, após retração de 1,0% no mês anterior na comparação com setembro.

"Historicamente, o índice está bastante acima da média. Mas não era esperado que caísse no fim do ano, um período de emprego temporário, compras de natal e renda extra", destacou Viviane.
As projeções sobre a economia são ainda piores entre os entrevistados das faixas de renda mais baixas. Para aqueles com rendimento mensal de até R$ 2,1 mil, da faixa um, o ICC caiu 4 3%; e para as famílias com renda de R$ 2,1 mil a R$ 4,8 mil, da faixa dois, a queda foi de 2,1%. Para estes dois grupos de consumidores pesam no orçamento as dívidas ainda não sanadas e a perspectiva de que o mercado de trabalho não terá fôlego suficiente para manter a geração de emprego no mesmo ritmo com que vem resistindo à crise neste ano.

Entre os destaques negativos da sondagem de novembro, a FGV aponta a piora das expectativas no indicador de emprego no futuro, que retraiu 7,6% de outubro para novembro, após dois meses de alta. Como consequência, caíram também as previsões de compra de bens duráveis (-2,6%), na comparação com o mês imediatamente anterior.

O receio em ir às compras é maior entre os consumidores das faixas de renda um e dois. Para estes grupos, a retração na intenção de aquisição de duráveis foi de 8,7% e 6,4%, respectivamente, de outubro para novembro. No trimestre, os mesmos grupos acumulam queda de 13% e 7%, respectivamente.

"O resultado reflete um consumidor mais endividado do que os demais e que está esperando as rendas extras para quitar dívidas", salientou Viviane, complementando que estes mesmos consumidores, das faixas de renda um e dois, demonstraram preocupação com a retomada dos juros e com o encarecimento da dívida.
Em novembro, a avaliação do consumidor sobre a situação atual voltou a cair (-0,7%), após dois meses de alta, enquanto as expectativas para os próximos seis meses ficaram ainda piores. O Índice de Expectativa (IE), que juntamente com o Índice de Situação Atual (ISA) forma o ICC, ficou negativo em 1,9% na passagem de outubro para novembro, após retração de 1,0% no mês anterior na comparação com setembro.
"Historicamente, o índice está bastante acima da média. Mas não era esperado que caísse no fim do ano, um período de emprego temporário, compras de natal e renda extra", destacou Viviane.
As projeções sobre a economia são ainda piores entre os entrevistados das faixas de renda mais baixas. Para aqueles com rendimento mensal de até R$ 2,1 mil, da faixa um, o ICC caiu 4 3%; e para as famílias com renda de R$ 2,1 mil a R$ 4,8 mil, da faixa dois, a queda foi de 2,1%. Para estes dois grupos de consumidores pesam no orçamento as dívidas ainda não sanadas e a perspectiva de que o mercado de trabalho não terá fôlego suficiente para manter a geração de emprego no mesmo ritmo com que vem resistindo à crise neste ano.

Entre os destaques negativos da sondagem de novembro, a FGV aponta a piora das expectativas no indicador de emprego no futuro, que retraiu 7,6% de outubro para novembro, após dois meses de alta. Como consequência, caíram também as previsões de compra de bens duráveis (-2,6%), na comparação com o mês imediatamente anterior.

O receio em ir às compras é maior entre os consumidores das faixas de renda um e dois. Para estes grupos, a retração na intenção de aquisição de duráveis foi de 8,7% e 6,4%, respectivamente, de outubro para novembro. No trimestre, os mesmos grupos acumulam queda de 13% e 7%, respectivamente.

"O resultado reflete um consumidor mais endividado do que os demais e que está esperando as rendas extras para quitar dívidas", salientou Viviane, complementando que estes mesmos consumidores, das faixas de renda um e dois, demonstraram preocupação com a retomada dos juros e com o encarecimento da dívida.
"Historicamente, o índice está bastante acima da média. Mas não era esperado que caísse no fim do ano, um período de emprego temporário, compras de natal e renda extra", destacou Viviane.
As projeções sobre a economia são ainda piores entre os entrevistados das faixas de renda mais baixas. Para aqueles com rendimento mensal de até R$ 2,1 mil, da faixa um, o ICC caiu 4 3%; e para as famílias com renda de R$ 2,1 mil a R$ 4,8 mil, da faixa dois, a queda foi de 2,1%. Para estes dois grupos de consumidores pesam no orçamento as dívidas ainda não sanadas e a perspectiva de que o mercado de trabalho não terá fôlego suficiente para manter a geração de emprego no mesmo ritmo com que vem resistindo à crise neste ano.

Entre os destaques negativos da sondagem de novembro, a FGV aponta a piora das expectativas no indicador de emprego no futuro, que retraiu 7,6% de outubro para novembro, após dois meses de alta. Como consequência, caíram também as previsões de compra de bens duráveis (-2,6%), na comparação com o mês imediatamente anterior.

O receio em ir às compras é maior entre os consumidores das faixas de renda um e dois. Para estes grupos, a retração na intenção de aquisição de duráveis foi de 8,7% e 6,4%, respectivamente, de outubro para novembro. No trimestre, os mesmos grupos acumulam queda de 13% e 7%, respectivamente.

"O resultado reflete um consumidor mais endividado do que os demais e que está esperando as rendas extras para quitar dívidas", salientou Viviane, complementando que estes mesmos consumidores, das faixas de renda um e dois, demonstraram preocupação com a retomada dos juros e com o encarecimento da dívida.
As projeções sobre a economia são ainda piores entre os entrevistados das faixas de renda mais baixas. Para aqueles com rendimento mensal de até R$ 2,1 mil, da faixa um, o ICC caiu 4 3%; e para as famílias com renda de R$ 2,1 mil a R$ 4,8 mil, da faixa dois, a queda foi de 2,1%. Para estes dois grupos de consumidores pesam no orçamento as dívidas ainda não sanadas e a perspectiva de que o mercado de trabalho não terá fôlego suficiente para manter a geração de emprego no mesmo ritmo com que vem resistindo à crise neste ano.
Entre os destaques negativos da sondagem de novembro, a FGV aponta a piora das expectativas no indicador de emprego no futuro, que retraiu 7,6% de outubro para novembro, após dois meses de alta. Como consequência, caíram também as previsões de compra de bens duráveis (-2,6%), na comparação com o mês imediatamente anterior.

O receio em ir às compras é maior entre os consumidores das faixas de renda um e dois. Para estes grupos, a retração na intenção de aquisição de duráveis foi de 8,7% e 6,4%, respectivamente, de outubro para novembro. No trimestre, os mesmos grupos acumulam queda de 13% e 7%, respectivamente.

"O resultado reflete um consumidor mais endividado do que os demais e que está esperando as rendas extras para quitar dívidas", salientou Viviane, complementando que estes mesmos consumidores, das faixas de renda um e dois, demonstraram preocupação com a retomada dos juros e com o encarecimento da dívida.
Entre os destaques negativos da sondagem de novembro, a FGV aponta a piora das expectativas no indicador de emprego no futuro, que retraiu 7,6% de outubro para novembro, após dois meses de alta. Como consequência, caíram também as previsões de compra de bens duráveis (-2,6%), na comparação com o mês imediatamente anterior.
O receio em ir às compras é maior entre os consumidores das faixas de renda um e dois. Para estes grupos, a retração na intenção de aquisição de duráveis foi de 8,7% e 6,4%, respectivamente, de outubro para novembro. No trimestre, os mesmos grupos acumulam queda de 13% e 7%, respectivamente.

"O resultado reflete um consumidor mais endividado do que os demais e que está esperando as rendas extras para quitar dívidas", salientou Viviane, complementando que estes mesmos consumidores, das faixas de renda um e dois, demonstraram preocupação com a retomada dos juros e com o encarecimento da dívida.
O receio em ir às compras é maior entre os consumidores das faixas de renda um e dois. Para estes grupos, a retração na intenção de aquisição de duráveis foi de 8,7% e 6,4%, respectivamente, de outubro para novembro. No trimestre, os mesmos grupos acumulam queda de 13% e 7%, respectivamente.
"O resultado reflete um consumidor mais endividado do que os demais e que está esperando as rendas extras para quitar dívidas", salientou Viviane, complementando que estes mesmos consumidores, das faixas de renda um e dois, demonstraram preocupação com a retomada dos juros e com o encarecimento da dívida.
"O resultado reflete um consumidor mais endividado do que os demais e que está esperando as rendas extras para quitar dívidas", salientou Viviane, complementando que estes mesmos consumidores, das faixas de renda um e dois, demonstraram preocupação com a retomada dos juros e com o encarecimento da dívida.



O consumidor está frustrado com a recuperação da economia, que não está ocorrendo no ritmo esperado, revela a Sondagem de Expectativas do Consumidor, divulgada nesta segunda-feira (26) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A queda de 1,4% do Índice de Confiança do Consumidor (ICC), que compõe a sondagem, reflete um cenário de pessimismo com a capacidade da economia de reagir à crise, explica a economista Viviane Seda, do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV).


Redução
Custo da construção desacelera em 6 de 7 capitais Já em Recife houve alta no Índice Nacional de Custos da Construção
A maior variação de outubro para novembro foi verificada em Brasília, onde a taxa passou de alta de 0,32% para avanço de 0,07%. Também apresentaram variação de preços para baixo, no período, Salvador (de 0,14% para 0,13%), Belo Horizonte (de 0 28% para 0,18%), Rio de Janeiro (de 0,22% para 0,08%), Porto Alegre (de 0,28% para 0,11%) e São Paulo (de 0,20% para 0,13%). Em contrapartida, Recife passou de alta de 0,48% para avanço de 2,21%.

De acordo com a FGV, os itens que mais influenciaram negativamente o INCC-M de outubro para novembro foram vergalhões e arames de aço ao carbono (de 0,07% para -0,19%), gesso (0,11% para -0,28%), carreto para retirada de entulho (de 0,94% para -0 17%), pias, cubas e louças sanitárias (de 0,59% para -0,04%) e placas cerâmicas para revestimento (de 0,52% para -0,02%).

Por outro lado, os itens que mais influenciaram positivamente o INCC-M foram ajudante especializado (de zero para 0,24%), servente (de zero para 0,28%) e engenheiro (de 0,09% para 0 43%). Embora tenham desacelerado, também foram itens que mais influenciaram positivamente o INCC-M elevador (de 0,71% para 0 39%) e condutores elétricos (de 2,12% para 1,38%).
A maior variação de outubro para novembro foi verificada em Brasília, onde a taxa passou de alta de 0,32% para avanço de 0,07%. Também apresentaram variação de preços para baixo, no período, Salvador (de 0,14% para 0,13%), Belo Horizonte (de 0 28% para 0,18%), Rio de Janeiro (de 0,22% para 0,08%), Porto Alegre (de 0,28% para 0,11%) e São Paulo (de 0,20% para 0,13%). Em contrapartida, Recife passou de alta de 0,48% para avanço de 2,21%.
De acordo com a FGV, os itens que mais influenciaram negativamente o INCC-M de outubro para novembro foram vergalhões e arames de aço ao carbono (de 0,07% para -0,19%), gesso (0,11% para -0,28%), carreto para retirada de entulho (de 0,94% para -0 17%), pias, cubas e louças sanitárias (de 0,59% para -0,04%) e placas cerâmicas para revestimento (de 0,52% para -0,02%).

Por outro lado, os itens que mais influenciaram positivamente o INCC-M foram ajudante especializado (de zero para 0,24%), servente (de zero para 0,28%) e engenheiro (de 0,09% para 0 43%). Embora tenham desacelerado, também foram itens que mais influenciaram positivamente o INCC-M elevador (de 0,71% para 0 39%) e condutores elétricos (de 2,12% para 1,38%).
De acordo com a FGV, os itens que mais influenciaram negativamente o INCC-M de outubro para novembro foram vergalhões e arames de aço ao carbono (de 0,07% para -0,19%), gesso (0,11% para -0,28%), carreto para retirada de entulho (de 0,94% para -0 17%), pias, cubas e louças sanitárias (de 0,59% para -0,04%) e placas cerâmicas para revestimento (de 0,52% para -0,02%).
Por outro lado, os itens que mais influenciaram positivamente o INCC-M foram ajudante especializado (de zero para 0,24%), servente (de zero para 0,28%) e engenheiro (de 0,09% para 0 43%). Embora tenham desacelerado, também foram itens que mais influenciaram positivamente o INCC-M elevador (de 0,71% para 0 39%) e condutores elétricos (de 2,12% para 1,38%).
Por outro lado, os itens que mais influenciaram positivamente o INCC-M foram ajudante especializado (de zero para 0,24%), servente (de zero para 0,28%) e engenheiro (de 0,09% para 0 43%). Embora tenham desacelerado, também foram itens que mais influenciaram positivamente o INCC-M elevador (de 0,71% para 0 39%) e condutores elétricos (de 2,12% para 1,38%).


Seis capitais apresentaram desaceleração no Índice Nacional de Custos da Construção - Mercado (INCC-M) na passagem de outubro para novembro, informou nesta segunda-feira (26) a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O índice geral passou de 0,24% para 0,23% no período.


Investimentos

China muda perfil de negócios no Brasil Investimentos em novos negócios superam fusões e aquisições de empresas


Os anúncios de investimentos chineses no Brasil estão em queda, mas o perfil das aplicações melhorou, na avaliação do governo. Dados da Rede Nacional de Informações sobre o Investimento (Renai), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), mostram que desde 2011 entram mais recursos para investimentos novos (chamados de greenfield) do que para fusões e aquisições. Também houve uma mudança dos setores que mais recebem os recursos chineses. "Há um foco no mercado doméstico brasileiro. Estão apostando no dinamismo do consumo no Brasil", disse ao Estado o coordenador-geral de Investimentos da Renai, Eduardo Celino.


Os setores automotivo, de energia elétrica e de serviços financeiros registraram crescimento no volume de investimentos chineses recebidos em 2012. Até o início do ano passado, grande parte dos recursos no Brasil estava ligada a commodities, o que evidenciava a estratégia de garantir o fornecimento de matérias-primas. A maior parte das operações era em forma de fusões ou aquisições em setores ligados à extração e à produção de petróleo, gás e mineração.
De janeiro a setembro deste ano, o anúncio de investimentos chineses considerados greenfield somou US$ 4,43 bilhões e os de aquisições, US$ 1,34 bilhão. Em 2011, foram US$ 8,33 bilhões e US$ 6,96 bilhões, respectivamente. Por outro lado, em 2010, a maior parte dos anúncios era de fusões e aquisições, que somaram US$ 13,3 bilhões. Os investimentos que partiam do zero totalizaram US$ 3,76 bilhões.
Celino diz que os números ainda são preliminares e, embora sinalizem que devem ficar abaixo de 2011, podem mudar até o final de dezembro. Segundo ele, anúncios recentes de investimentos chineses na Zona Franca de Manaus, na área de eletroeletrônicos e motocicletas, ainda não foram incluídos nos dados da Renai. Além disso, ressalta que basta ter o anúncio de apenas um projeto com recursos vultosos para que o volume de investimentos supere o ano passado.


Senai
Senai muda a data da prova para os cursos técnicos 2013 A prova será realizada do dia 20 de janeiro a pedido de candidatos que farão também o vestibular da UFPE ou o concurso do Banco do Brasil
BIOINDÚSTRIA
Seminário reúne empresas de biotecnologia e mercado comprador O encontro, que é gratuito, discutirá nesta terça-feira alguns temas de relevância para o setor
Onde: Mar Hotel - Rua Barão de Souza Leão, n.º 451, Boa Viagem, Recife/PE
Veículos
Cota para importar carros do México já está esgotada A partir de agora montadoras terão de pagar 35% de imposto de importação. Vão compensar com produção local
A cota de importação de veículos do México isenta de imposto, prevista até março, já se esgotou. A partir de agora, os carros que forem trazidos daquele país terão de pagar Imposto de Importação (II) de 35%, o que pode tornar inviável sua venda no mercado brasileiro.
inadimplência
Inquilino atrasa a conta que não cobra juros de mercado O orçamento curto é uma provável causa para os atrasos nos pagamentos


As provas da seleção do Senai Pernambuco, para os cursos técnicos que vão iniciar em 2013, serão realizadas no dia 20 de janeiro e não mais no dia 13, como havia sido divulgado no edital da entidadde na última quarta-feira (21). Muitos candidatos solicitaram a mudança de data e o Senai resolveu atendê-los. É que no dia 13 ocorrerão a prova do vestibular da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)e também o concurso do Banco do Brasil.

Da última quarta-feira até esta segunda-feira, 16 mil pessoas já fizeram a pré-inscrição para concorrer a uma vaga. No ano passado, 15 mil pessoas participaram da seleção e a expectativa para este ano é que este número chegue a 30 mil. A maior oferta para 2013 são de cursos ligados ao setor automotivo, por causa do início das ativiades da Fiat, em Goiana, em 2014. Automação industrial, eletrônica, eletromecânica e eletrotécnica são algumas opções.

No total são 2041 vagas para os cursos gratuitos. Os alunos podem optar entre 16 modalidades diferentes, disponíveis em escolas do Recife e do interior do Estado. As inscrições estão abertas até o próximo dia 9 de dezembro, custam R$ 20, e podem ser realizadas no www.upenet.com.br, site da Universidade de Pernambuco que organiza a seleção. Confira os editais:










Com objetivo de integrar produtos e serviços de empresas de biotecnologia de Pernambuco ao mercado comprador, o 3º Seminário Estadual da Biotecnologia e Bioindústria e Home Show ocorre nesta terça-feira, com entrada gratuita. O evento é voltado para profissionais envolvidos com os principais clusters da biotecnologia nacional, tendo como objetivo discutir temas de relevância para o setor visando uma maior interação entre universidade e empresas. Serão discutidos temas como a biotecnologia e os arranjos produtivos locais e o panorama da indústria de biotecnologia no estado.
O encontro, que ocorre no Mar Hotel (rua Barão de Souza Leão, 451 - Boa Viagem), é uma realização do governo do Estado, Sebrae-PE e Biotec-PE.

Serviço

O quê: 3º Seminário Estadual da Biotecnologia e Bioindústria e Home Show

Quando: Dia 27 de novembro de 2012


Inscrições gratuitas: www.biotecpe.com.br

Informações: (81) 9998.1557, 9756.8019, 9632.9225 e contato@biotecpe.com.br



As montadoras tentam compensar a limitação com a produção local.
A Ford deve iniciar no próximo ano a produção do novo Fiesta hatch na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), e importar do México, por um tempo, apenas a versão sedã.
A Nissan, maior importadora de carros mexicanos, vai inaugurar fábrica em Resende (RJ) em 2014 onde produzirá pelo menos dois dos quatro modelos hoje trazidos daquele país.
Desde abril, quando a restrição efetivamente passou a valer, foram importados o equivalente a US$ 1,387 bilhão em veículos, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento.
A cota prevista até março de 2013 é de US$ 1,45 bilhão, ou seja, a diferença de US$ 63 milhões foi atingida neste mês, dizem as fabricantes.
A Honda, com cota de US$ 40,2 milhões, decidiu que só voltará a trazer o utilitário-esportivo CR-V a partir de março, quando entra em vigor nova cota por mais 12 meses. A Nissan já havia informado que atingiu sua cota de US$ 239 milhões (35 mil veículos) há cerca de três meses.
Depois de suspender as importações dos modelos March, Versa, Sentra e Tiida, o que levou a uma fila de espera pelo compacto March, o mais vendido da marca, a Nissan voltou a trazê-lo neste mês, mas com imposto, o que resultou em alta de R$ 1 mil no preço. Segundo a empresa, o repasse só não foi maior porque fábrica e concessionários absorveram parte do custo.
Para Julian Semple, consultor sênior da Carcon Automotive, é possível que, por um período, as montadoras tenham de operar com baixa lucratividade ou até mesmo com prejuízos nos modelos trazidos do México para não perder mercado. "No ano que vem acredito que as empresas serão mais conservadoras e trarão menos produtos de lá", diz.
A Fiat também reajustou preços dos modelos 500 e Freemont e optou, desde o início, por mesclar uma parte da importação dentro da cota e outra pagando o II. A marca tinha direito a importar US$ 173,8 milhões (cerca de 18 mil carros).
A General Motors, por sua vez, congelou os planos de trazer ainda este ano o utilitário-esportivo Trax, que competiria com o Ford EcoSport.
"Vamos ter de fazer as contas e analisar o que será possível trazer em 2013, quando começa a nova cota, a partir de março", diz o presidente da GM América do Sul, Jaime Ardila. A montadora chegou a pensar em produzir o Trax no Brasil, mas, em razão das novas exigências de conteúdo local de componentes do programa Inovar-Auto "não é viável no curto prazo".
A limitação também atrapalhou os projetos da GM de vender cerca de 1,2 mil unidades ao mês das versões hatch e sedã do Sonic.
Inicialmente importado da Coreia do Sul, o modelo começou a ser produzido no México há dois meses, mas, em razão da distribuição da cota entre esse modelo e o utilitário Captiva, os volumes serão reduzidos, informa Ardila. Segundo o executivo, os estoques de Captiva e Sonic são suficientes até o fim do ano.
A decisão de impor cotas partiu do governo brasileiro, insatisfeito com o aumento das importações do México, país com o qual tem acordo de livre comércio no setor automotivo.
Em 2011, a balança comercial no segmento de veículos foi negativa em US$ 1,54 bilhão para o Brasil. No prazo de vigência da cota, que vale para ambos os lados, o Brasil exportou US$ 232,6 milhões, o que resulta em déficit de US$ 1,15 bilhão no período.
Por sete anos seguidos, de 2000 a 2007, a balança comercial foi favorável ao Brasil. A reversão ocorreu a partir de 2008 e, desde então, o déficit vem crescendo a cada ano e mais que dobrou de 2010 para 2011.
A cota para 2013 é um pouco maior, de US$ 1,56 bilhão, e vai a US$ 1,64 bilhão no ano seguinte. A partir de 2015 volta o livre comércio, mas o novo governo do México quer mudar essas regras.




O pagamento da taxa de condomínio acaba sendo preterido em relação a outras contas do orçamento familiar, por ter juros mais baixos. A taxa cobrada pelo atraso é 1% ou 2% ao mês, em média, valor inferior ao do cheque especial, que varia de 1,81% a 10,10% ou mesmo ao do crédito pessoal, entre 0,66% e 16,64% ao mês, segundo o Banco Central (BC).

A inadimplência média de condomínios no país é 10%, segundo o portal Síndiconet, atualizado em parceria com sindicatos e associações que atuam no setor no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Espírito Santo.

Ao contrário dos outros encargos, a taxa de condomínio é um pagamento social, já que é usada para cobrir as despesas com limpeza, manutenção, pagamento de funcionários, além de água e luz. Segundo o presidente do Sindicomdomínio-DF, José Geraldo Pimentel, se alguém deixa de pagar a taxa, o prejuízo é de todos. "Recentemente, um condomínio de 680 pessoas ficou sem água e luz simplesmente porque ninguém pagou."

De acordo com o novo Código Civil (Lei nº 10.406 /02), a multa máxima por atraso de pagamento é 2% ao mês, caso os juros estejam explícitos na convenção do condomínio, ou 1% ao mês caso a convenção seja omissa.

No caso de imóveis alugados, legalmente é o inquilino que deve arcar com o valor, mas o responsável pelo não pagamento é o proprietário. Quando há atraso, o síndico deve procurar o responsável e negociar o pagamento. Se a negociação não resolver, é possível levar o caso à Justiça e o proprietário tem o nome incluído nos cadastros do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Serasa.

Uma nova legislação pode mudar a situação dos inquilinos. Como a taxa de condomínio deve ser paga por quem habita o imóvel, o novo Código de Processo Civil (CPC - PL 8046/10) - que tramita na Comissão Especial da Câmara dos Deputados - prevê que o locatário arque com as consequências legais da inadimplência e não mais o proprietário.

O economista Samy Dana, da Escola de Economia da Fundação Getulio Vargas explica que estar em dia com o condomínio é uma questão moral, por envolver outras pessoas além do próprio morador. Por isso, esse pagamento deve estar previsto no orçamento de cada cidadão. Segundo ele, é preciso estar atento aos juros que, mesmo baixos, são superiores ao retorno que se tem em um fundo de investimento como a poupança (0,42% ao mês, segundo o BC).

“Já que os juros são baixos, as pessoas ficam mais motivadas a atrasar a taxa. Mas, do ponto de vista operacional, isso traz uma série de problemas”.

Um desses problemas pode ser, inclusive, a perda do imóvel. Quando o proprietário é levado a juízo e a Justiça determina o pagamento, caso a dívida seja maior ou igual ao valor do imóvel, ele pode ir a leilão. Esse tipo de processo não é raro, embora possa durar cerca de dez anos.

Mesmo inadimplentes, os condôminos têm alguns direitos, como não poder ser submetidos a nenhum tipo de desconforto. Além disso, não podem ter os nomes em listas de devedores nem ser impedidos de frequentar os espaços coletivos do condomínio.

Caso perceba que o preço do condomínio ou do aluguel esteja muito acima de um valor considerado razoável para a região, é possível recorrer à Justiça, alegando cobrança de preços exorbitantes. De acordo com o portal Síndiconet, em 2012 o valor do condomínio teve aumento de 7,72%, o maior em oito anos.

Para todos os casos de dívidas de condomínio, a conselheira da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Distrito Federal (OAB-DF) Marília Gallo recomenda a negociação. "Os custos para se levar o caso a juízo são muito altos. O inadimplente vai ter que reembolsar os custos judicias e as verbas honorárias, além de já ter que pagar tudo que deve, fora os juros". Segundo a advogada, especialista em direito imobiliário, o pagamento da dívida de forma parcelada é mais acessível.

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